O artigo investiga o letramento
digital enquanto elemento estruturante da
autonomia docente no
âmbito da cultura
digital escolar, considerando
as transformações impostas pela inserção das tecnologias no cotidiano
pedagógico e os desafios decorrentes desse processo. O objetivo geral consiste
em analisar de que modo
as competências digitais
dos professores se
articulam com sua capacidade de
agência pedagógica em
ambientes mediados por
recursos tecnológicos. Em termos
metodológicos, recorre-se à
Pesquisa Bibliográfica,
fundamentada nos pressupostos
de Santos (2020)
e Merriam (2019)
para a organização do
percurso investigativo e
a análise das
fontes selecionadas. O desenvolvimento textual percorre as
dimensões formativa, crítica e mediacional do
letramento digital, estabelecendo
diálogo com Machado
e Silva (2023), Veloso et al. (2024)
e Junqueira (2026) acerca
das implicações para a prática docente. As reflexões finais apontam
que a autonomia na cultura digital não se reduz ao domínio operacional de
ferramentas, mas demanda uma reapropriação crítica do
fazer pedagógico na
qual o professor
se reconhece como
autor de práticas que transcendem
a mera execução de diretrizes curriculares prescritas.
Autores: Rodrigo Vicente da Silva, Eryka Alves de Oliveira Silva, Fernanda Avelino de Jesus, Mariana Rabelo Rocha, Patrícia de Souza Moreira da Silva e Tânia Márcia Ferreira Mello Fonseca Porto
Disponível em: https://ojs.projecaoedocencia.com.br/index.php/Projecao3/article/view/2994/2315


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